A Lenda de Eco e Narciso


A mitologia grega nos faz refletir em meio às suas histórias sobre sentimentos profundos oriundos de seres humanos, cuja experiência é apenas mundana. Todavia, tais histórias leva-nos ao místico mundo de deuses e seres fantásticos que embarcam no imenso emaranhado de emoções, beirando à loucura. Exemplos a serem citados são os personagens Eco e Narciso, ambos traídos por suas virtudes.
Num tempo onde diferentes hábitos eram praticados todos os dias, eram contadas essas lendas para o povo, e eles acreditavam fielmente no ocorrido, sem nem passar por suas cabeças o destorcimento da verdade. Um fato interessante a ser analisado é que com o passar dos anos a humanidade foi desvendando os mistérios da natureza e desmistificando as coisas, porém, ainda hoje, os contos passados naquela época são os mais famosos do mundo. O motivo? O peso da história junto as emoções humanas num contexto fantasioso, enriquecido culturalmente! 
Tendo, de tal modo, mera semelhança com a realidade, convido-os a assistirem um trabalho desenvolvido por mim da lenda de Eco e Narciso, que se coincidem no mesmo contexto — tempo e ocasião. A versão é uma adaptação de Thomas Bulfinch, retirada do Livro das Virtudes, já resenhado no blog. O vídeo com minha narração está disponibilizado logo abaixo, espero que gostem.

 

Eco é uma ninfa da floresta amaldiçoada por querer ser a dona da razão. Como seu desejo era sempre dar a última palavra em uma conversa ou discussão, eis que Juno a atendeu. Narciso, por sua vez, conceituado belo, agia com prepotência e arrogância ao se aproximar das ninfas, por isso foi condenado a esquecer de tudo e todos para viver em função de seu reflexo, assim, acabou definhando às margens da fonte. 

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Sobre Filipe Penasso

Autor e resenhista do Pena Pensante, 22 anos, acadêmico de Relações Internacionais e Comissário de Voo por formação.
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