O Trem e O Túnel, de Luís Aranha


O homem transformou o ritmo de sua vida e venceu batalhas consideradas invencíveis, desde quando os trens correm através do mundo. A história do "monstro de ferro", como era chamado no seu aparecimento, é rica de nomes, de lutas e momentos que parecem lendários.
Jorge Stephenson, na inauguração oficial da primeira estrada de ferro do mundo, disse: "A humanidade, marchando incansavelmente na estrada da evolução, cumpriu grandes etapas, que nos permitiram atingir o atual grau de progresso". Tais palavras são bastantes convincentes, se consideradas sob um ponto de vista ideal.
O que era impenetrável, abriu passagem, transformou-se em atalho . Desde esse dia, sua marcha se tornou sempre mais rápida e emocionante. E foi pensando nessa história do veículo de rodas metálicas que separei dois poemas escritos pelo poeta modernista, brasileiro, Luís Aranha, extraídos do livro Cocktails, que você pode conferir a resenha completa clicando sobre o link.
O poema O Túnel e O Trem foram escritos na década de vinte e atraíram a admiração da vários escritores famosos, como Mário de Andrade e Manoel Bandeira. A seguir, você pode escutá-los!



Ambos de profunda introspecção, nos fazem refletir sobre uma pergunta: Que mais nos reserva o futuro ferroviário? Damos asas à imaginação como melhor nos aprouver, pois o reino da fantasia é ilimitado, e, imprevisivelmente maravilhosa, a genialidade humana que alcançou sucesso da turbina a vapor.

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Sobre Filipe Penasso

Autor e resenhista do Pena Pensante, 22 anos, acadêmico de Relações Internacionais e Comissário de Voo por formação.
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