História da Psicologia


As origens são sempre difíceis de serem localizadas com precisão. Certamente a psicologia existiu desde os princípios da história da humanidade com pessoas que forneciam serviços de natureza psicológica aos seus companheiros. Praticavam seu ofício sob uma variedade de nomes, como bruxos, mago, xamãs, feiticeiros, videntes, curandeiros e sacerdotes. Onde envolviam em seus papeis uma combinação de medicina, religião e psicologia.
De fato existe um consenso de que a datação da psicologia moderna começa com o estabelecimento  do laboratório de pesquisa montado em 1879 por Wilhelm Wundt na Universidade de Leipzig, Alemanha. Porém, quando essa ciência chegou em solo americano, já existia psicologia por lá. Tanto a pré-científica que está conosco desde sempre, quanto a acadêmica, conhecida como filosofia mental.
Dente os profissionais pré-científicos de psicologia da época, existiam os:
Frenologistas: Mediam a forma do crânio, procurando por saliências e cavidades que significavam talentos ou deficiências.
Fisiognomonistas: Estudavam contornos e características da face, determinando assim, sua personalidade e habilidades.
Mesmerianos: Usavam hipnose para incentivar mudanças no comportamento usando ímãs sobre o corpo.
Profetas e Clarividentes: Previam o futuro e, assim, aconselhavam seus clientes.
Grafologistas: Faziam atendimento psicológico baseados nas características da caligrafia de seus clientes.
Médiuns: Paranormais, místicos, espiritualistas, curandeiros mentais, conselheiros, psicometristas e até mesmo pessoas que se intitulavam psicólogos.
A maioria era autodidata e usava métodos duvidosos, mas sempre com o intuito de ajudar seus clientes. Entretanto, não tinham credibilidade nas faculdades, onde era praticada a filosofia mental, cuja influência vinha de séculos de empirismo britânico, onde tinha como foco a sensação e percepção.
Toda via, o intelecto também incluía outros processos cognitivos, como atenção, aprendizagem, memória e pensamento. Englobava também emoções dentro da sensibilidade, e a vontade incluindo debates sobre o determinismo versus o livre-arbítrio.
Por fim, vemos que tanto a psicologia pública, quanto a acadêmica são importantes para entendermos o desenvolvimento da mesma como ciência.


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Sobre Filipe Penasso

Autor e resenhista do Pena Pensante, 22 anos, acadêmico de Relações Internacionais e Comissário de Voo por formação.
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